Educação inclusiva na prática: 5 dicas para começar bem o ano

Fabiana Leme de Oliveira

Desenho 4 crianças brincando com blocos de montar, uma delas é cadeirante
Desenho 4 crianças brincando com blocos de montar, uma delas é cadeirante

Ano novo, turma nova!

Novos desafios, séries diferentes, fases ou até uma matéria nova e mesmo já tendo algumas referência a cada ano é uma descoberta.

E quando recebemos um aluno com deficiência ou com autismo também não é diferente. O desconhecido, a sensação de não saber e a ansiedade em pensar por onde começar pode tomar conta de professores, mesmo aqueles mais experientes.

Por isso separamos 5 dicas valiosas para você começar o ano de maneira mais inclusiva: 

1 - Se o aluno ou aluna têm um diagnóstico clínico, faça uma pesquisa sobre essa condição:
  • Pesquise sobre as características da deficiência, as causas, como é feito o diagnóstico e quais terapias podem auxiliar.  

 É um primeiro e importante passo, pois quanto mais você conhecer melhor conseguirá entender o percurso do seu aluno ou aluna e sua família, as terapias que auxiliam, experiências que deram certo e muito mais;

desenho: várias pastas de arquivos coloridas
desenho: várias pastas de arquivos coloridas
2 - Levantamento de dados: Faça um levantamento de dados no prontuário escolar do seu aluno ou aluna. 

Relatório clínicos, restrições alimentares, problemas de saúde, relatórios de outros professores, desde quando o aluno está em escola regular entre outros. 

Esses dados irão te auxiliar a compreender algumas características que o aluno pode apresentar, tais como, dificuldades de adaptação à escola ou até restrições importantes;

3 - Converse com a família: É muito importante estabelecer uma parceria com a família além de levantar dados atualizados em relação aos acompanhamentos clínicos, medicações e o desenvolvimento do aluno em si. Para auxiliar nesse momento consulte nossa sugestão de roteiro nesse artigo aqui. 

4 - Faça sua observação inicial: Mesmo tendo informações anteriores, realize suas observações do aluno ou aluna na sala de aula e em diferentes ambientes da escola. Registre suas observações e peça auxílio para que outras pessoas também observem e relatem suas impressões.

Lembre-se de observar além do comportamento do aluno apenas, observe também sua comunicação, sua autonomia e como os colegas interagem com o ele;

desenho ícone humano com diversos balões de diálogo acima dele
desenho ícone humano com diversos balões de diálogo acima dele
5 - Converse com a turma: O diálogo é muito importante no processo de eliminação de barreiras atitudinais. Muitas vezes o afastamento, o bullying ou a falta de interação são consequência da falta de conhecimento ou por não saber agir.


Fabiana Leme de Oliveira
Fabiana Leme de Oliveira

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